TIAOHE DAMEN, A CIDADE DE NEVE
Muito além das florestas temperadas do norte, e dos campos, no nordeste de Pangéia, estão diversas cadeias montanhosas, muitas delas com neves eternas, que criam caminhos difíceis de serem percorridos a pé. Além das montanhas, está um grande planalto, que misteriosamente mantém um clima tropical moderado, numa área onde deveria haver apenas neve. Todo o planalto é cercado de montanhas, menos ao sudeste, onde desce a uma planície e encontra as águas quentes do Mar de Prata. Este planalto é chamado Tian Guo, e neste local está a cidade de Tiaohe Damen.
Tiaohe Damen é uma cidade muito antiga, rivalizada apenas por Sancta Turrim e Prístina em idade. Sua origem se deu quando Bishamon, Primus dos Hun Xian, declarou a Corte Oriental, tornando-a independente das políticas do Éden. Em Tian Guo já haviam diversas vilas de povos que um dia seriam chamados de chineses, japoneses, coreanos e vietnamitas.
Unificando essas vilas, Bishamon as nomeou Tiaohe Damen, tornando-a a capital da Corte Oriental de Celestiais. Tiaohe Damen é hoje uma imensa cidade. Sua arquitetura tem toques de todas as culturas orientais. Grandes templos e jardins belíssimos são comuns, as ruas são pavimentadas, e a cultura típica oriental é mantida pela população. A parte principal da cidade está na costa do Mar de Prata, onde diversos portos e casas de pescadores dividem a paisagem com templos e castelos construídos com arquitetura japonesa. A cidade se estende para o sul, até uma grande floresta tropical, e ao norte, subindo o planalto, onde a cultura chinesa desponta sobre as demais. Nas proximidades existem diversas vilas de diversos povos orientais, que mantém contato freqüente com Tiaohe Damen, e ao norte, nas montanhas geladas, estão diversos monastérios budistas e vilas tibetanas.
Tiaohe Damen é o centro da Corte Oriental, e portanto governada pelos Hun Xian. Os Kage também são extremamente comuns aqui, agindo como protetores e guardas, enquanto Zhyiu-jin (Sancti), Turiai (Cuique Suum) e Ronin (Primordiais) mantém uma forte presença e influência na cidade. Alguns Líberes, Superviventes, Veritatis Perquiratores e Tecnoanjos orientais também vivem na cidade, mas são raros. Recentemente, alguns Celestiais de outras Cortes têm vindo para Tiaohe Damen para conhecer melhor a Corte Oriental.
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sábado, 18 de agosto de 2012
Especial RP Celestiais 12 TABA, A CIDADE DE MADEIRA
TABA, A CIDADE DE MADEIRA
Ao noroeste do deserto de Hik-up-tah, além das cadeias de montanhas e dos grandes conjuntos de lagos e rios o clima torna-se mais frio e grandes florestas temperadas começam a se formar. Entre estas florestas está a Floresta dos Gigantes Adormecidos, uma imensa mata formada apenas por árvores gigantescas, com dezenas ou até mesmo uma centena de metros de altura e troncos imensos. É aqui, neste local místico e incrivelmente belo, que está a Cidade de Madeira, Taba.
Taba foi construída no começo do século XVI, quando os europeus começaram a expandir-se para além dos oceanos, tomando as terras da América, África e outros continentes. Até então, os habitantes do Éden que levavam os caminhos naturais — índios, aborígenes e outros povos de cultura “primitiva” — não viam necessidade em se reunir. Por volta de 1500, almas e Celestiais Xamãs de cultura pagã européia descobriram que a Floresta dos Gigantes Adormecidos era um ponto poderoso e místico, com fortes ligações com os mundos dos mortos e dos espíritos, e um centro poderoso para culturas xamanísticas.
Raguel e Ariel, os Primi dos Cleros Xamã e Superviventes respectivamente, então decidiram que esta floresta representaria o centro do coração dos povos selvagens, onde poderiam comungar com as forças espirituais para enviar ajuda aos seus descendentes na Terra. Assim nasceu Taba.
Taba tem uma estrutura peculiar: a cidade é totalmente construída em madeira, criando-se gigantescas casas, passarelas e pontes que estão a dezenas de metros do solo, apoiadas nos troncos das gigantescas árvores. A camada superior da cidade é a mais populosa e a maior, com casas menores e uma grande população (embora haja, talvez, pouco mais do que um milhão de pessoas vivendo na cidade). A cidade possui diversos andares, que vão tornando-se menos povoados e mais sombrios conforme se aproximam do nível do solo. As passarelas se estendem por boa parte da Grande Floresta, mas não a toma por completo.
No chão, praticamente há escuridão eterna, já que a luz do sol praticamente não consegue passar pelas folhas nas copas das árvores e pelas passarelas e casas superiores. Na escuridão mal iluminada, a Floresta dos Gigantes Adormecidos traz visões e contatos freqüentes com outros mundos. Muitas almas xamanísticas e Celestiais vêm para este local sombrio para se comunicarem com outros mundos ou realizarem rituais especiais.
Taba é o centro do Clero Xamã. Muitos outros Celestiais vivem nesta cidade, porém, incluindo muitos Veritatis Perquiratores e Mors Sancta. Os Superviventes costumam vir muito a Taba, embora raríssimos possuam alguma residência permanente lá. Há rumores de haver sobreviventes dos Spiritus Latro em Taba.
A VIDA MISTICA DE TABA.
"É estranho como muitos tenham a tendência de classificar Taba como uma cidade indígena... mas isso está muito errado... você já viu índios vivendo em árvores? É, exato... eu também não. Os povos indígenas, aborígenes e semelhantes não gostam de cidades... eles preferem viver em suas vilas, onde podem conviver com pessoas de igual cultura... há muitas e muitas tribos pelo Éden, desde esquimós no extremo norte a beduínos no meio dos vários desertos... há até mesmo pequenas sociedades Maias, Incas e Aztecas por aí, e muitos aborígenes vivendo em arquipélagos no Mar de Prata ou no Grande Oceano... Eles preferem viver assim, com seu próprio povo... Taba é um lugar especial, muito diferente de uma simples “nação indígena”... você não precisa ser indígena, basta ter uma forte ligação com a natureza e os espíritos para querer estar lá... lá você encontrará místicos, xamãs, muitos pagãos e todo o tipo de gente que prefere estar em comunhão com a natureza ou com os espíritos. Aquele lugar atrai pelo misticismo, pela tranqüilidade e pela sua grande beleza. Eu particularmente gosto muito de ir lá."
- Anjo Karina Ariel, Ofanim dos Supervidentes
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Ao noroeste do deserto de Hik-up-tah, além das cadeias de montanhas e dos grandes conjuntos de lagos e rios o clima torna-se mais frio e grandes florestas temperadas começam a se formar. Entre estas florestas está a Floresta dos Gigantes Adormecidos, uma imensa mata formada apenas por árvores gigantescas, com dezenas ou até mesmo uma centena de metros de altura e troncos imensos. É aqui, neste local místico e incrivelmente belo, que está a Cidade de Madeira, Taba.
Taba foi construída no começo do século XVI, quando os europeus começaram a expandir-se para além dos oceanos, tomando as terras da América, África e outros continentes. Até então, os habitantes do Éden que levavam os caminhos naturais — índios, aborígenes e outros povos de cultura “primitiva” — não viam necessidade em se reunir. Por volta de 1500, almas e Celestiais Xamãs de cultura pagã européia descobriram que a Floresta dos Gigantes Adormecidos era um ponto poderoso e místico, com fortes ligações com os mundos dos mortos e dos espíritos, e um centro poderoso para culturas xamanísticas.
Raguel e Ariel, os Primi dos Cleros Xamã e Superviventes respectivamente, então decidiram que esta floresta representaria o centro do coração dos povos selvagens, onde poderiam comungar com as forças espirituais para enviar ajuda aos seus descendentes na Terra. Assim nasceu Taba.
Taba tem uma estrutura peculiar: a cidade é totalmente construída em madeira, criando-se gigantescas casas, passarelas e pontes que estão a dezenas de metros do solo, apoiadas nos troncos das gigantescas árvores. A camada superior da cidade é a mais populosa e a maior, com casas menores e uma grande população (embora haja, talvez, pouco mais do que um milhão de pessoas vivendo na cidade). A cidade possui diversos andares, que vão tornando-se menos povoados e mais sombrios conforme se aproximam do nível do solo. As passarelas se estendem por boa parte da Grande Floresta, mas não a toma por completo.
No chão, praticamente há escuridão eterna, já que a luz do sol praticamente não consegue passar pelas folhas nas copas das árvores e pelas passarelas e casas superiores. Na escuridão mal iluminada, a Floresta dos Gigantes Adormecidos traz visões e contatos freqüentes com outros mundos. Muitas almas xamanísticas e Celestiais vêm para este local sombrio para se comunicarem com outros mundos ou realizarem rituais especiais.
Taba é o centro do Clero Xamã. Muitos outros Celestiais vivem nesta cidade, porém, incluindo muitos Veritatis Perquiratores e Mors Sancta. Os Superviventes costumam vir muito a Taba, embora raríssimos possuam alguma residência permanente lá. Há rumores de haver sobreviventes dos Spiritus Latro em Taba.
A VIDA MISTICA DE TABA.
"É estranho como muitos tenham a tendência de classificar Taba como uma cidade indígena... mas isso está muito errado... você já viu índios vivendo em árvores? É, exato... eu também não. Os povos indígenas, aborígenes e semelhantes não gostam de cidades... eles preferem viver em suas vilas, onde podem conviver com pessoas de igual cultura... há muitas e muitas tribos pelo Éden, desde esquimós no extremo norte a beduínos no meio dos vários desertos... há até mesmo pequenas sociedades Maias, Incas e Aztecas por aí, e muitos aborígenes vivendo em arquipélagos no Mar de Prata ou no Grande Oceano... Eles preferem viver assim, com seu próprio povo... Taba é um lugar especial, muito diferente de uma simples “nação indígena”... você não precisa ser indígena, basta ter uma forte ligação com a natureza e os espíritos para querer estar lá... lá você encontrará místicos, xamãs, muitos pagãos e todo o tipo de gente que prefere estar em comunhão com a natureza ou com os espíritos. Aquele lugar atrai pelo misticismo, pela tranqüilidade e pela sua grande beleza. Eu particularmente gosto muito de ir lá."
- Anjo Karina Ariel, Ofanim dos Supervidentes
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Especial RP Celestiais 11 SANCTIS
*
Quando Rafael despertou no Éden e foi ensinado pelos Guardiões sobre sua missão de servir a Ormazd, ele viajou à Terra para descobrir seu propósito. Ele viajou pelo mundo, pelos continentes que um dia se chamariam África, Europa e Ásia. Ele viu apenas o homem primitivo, vivendo em pequenas tribos, à mercê dos elementos e de doenças. Pessoas morriam por ferimentos, doenças...
Ele retornou ao Éden, e descobriu que cada um de seus irmãos, salvo Fanuel, havia decidido o seu papel. Lúcifer havia decidido se tornar um protetor da humanidade. Mas Lúcifer pensava apenas em defende-la fisicamente dos males
sobrenaturais. Rafael, por outro lado, desenvolveu poderes de cura, e decidiu que ele curaria os males naturais do mundo.
O papel original dos Sancti foi o de curar o homem e defende-los de doenças. Mas isso logo mudou. Quando Lúcifer caiu, os Sancti decidiram tomar o papel do Clero Protectori para si mesmos. Mais do que curar, eles iriam defender. Seriam os protetores, os pacificadores, os curandeiros e os defensores.
E desde então, os Sancti tem sido assim.
O papel primário de todo Sancti é curar. Embora muitos se dediquem mais a esse papel, há outros que os Sancti seguem. Muitos Sancti se tornam guerreiros, e podem ser tão ferozes quanto qualquer Venator em batalha. Para eles, defender vidas é um dever sagrado, e se for preciso erguer uma espada para isso, que seja.
A maioria dos Sancti vive na Terra, mas visita o Éden com freqüência constante. Eles normalmente tomam “protetorados” na Terra, e lá fazem o máximo possível para ajudar os mortais da área. Isso gera muitas histórias de anjos da guarda ou de misteriosos protetores. Muitos Sancti na Terra acabam se ocultando em grupos religiosos. Por algum motivo, religião é muito importante para os Sancti, que a consideram como “uma cura para alma.”
Entre os Sancti que vivem no Éden, estão aqueles que se unem a grupos de Celestiais e os Arcanjos do Clero, que preferem servir de líderes e conselheiros para Celestiais mais jovens. Os Sancti gozam de muito respeito no Éden, e são considerados líderes justos. Muitos os preferem aos Princeps.
Infelizmente, o Clero tem diminuído de tamanho. Cada vez menos Celestiais nascem sendo Sancti, e eles costumam ser alvos de infernais que os descobrem na Terra. O Clero tem começado a se preocupar com o futuro, e muitos Sancti têm tentado atrair membros de outros Cleros para se converterem.
Rafael, por outro lado, permanece calmo. Ele sabe que o Clero sobreviverá. O futuro será negro para todos, mas os Sancti sempre estarão lá para ajudar os demais... mesmo que morram para isso. Afinal, este é o papel do Clero.
Apelidos: Anjos Protetores
Primus: Rafael, um dos Primi originais, é o líder do Clero, e o lidera com dedicação. De fato, mesmo não-Sancti têm um respeito imenso por Rafael, que possui um carisma imenso e uma maneira de agir calma, que inspira grande confiança.
Corte: Os Sancti são, primariamente, da Corte Ocidental, mas estão presentes em todas as cortes. Suas artes de cura e guerra são valorizadas tanto na Corte Oriental como entre os Malaki.
Na Corte Oriental, eles são conhecidos como Zhiyu-jin, e são mais curandeiros do que guerreiros. Muitos Sancti orientais são extremamente pacifistas, preferindo deixar as artes da guerra para seus companheiros Kage e Hun Xian. Já os Sancti Malaki são exatamente o contrário: eles se dedicam mais ao combate que às artes de cura. Mesmo assim, eles sabem
quando é hora de baixar as armas e curar os necessitados.
Alguns Sancti acreditam que política é secundário, e se declaram independentes.
Aparência: Os Sancti costumam ter uma aparência pacífica, seus olhos expressam calma extrema. Fora isso, eles podem ter qualquer tipo de aparência. Muitos Sancti se vestem de forma que não chame a atenção. Raramente um Sancti gosta de atrair mais atenção do que as pessoas ao seu redor.
Asas: Sancti possuem asas clássicas, brancas e emplumadas. Na Forma Angelical, seus olhos brilham com uma luz fraca mas constante, e eles têm uma aparência realmente majestosa.
Background: A maioria dos Sancti tinham vontade de ajudar a comunidade em vida. Muitos eram assistentes sociais ou trabalhavam para organizações sem fins lucrativos. Muitos viveram suas vidas em prol de uma causa. Há também muitos que foram policiais, bombeiros, padres ou outras funções de serviço à sociedade. Além disso, muitos Sancti vêm de pessoas que simplesmente tinham grande consciência e senso de dever.
Organização: Todos os Sancti vêem Rafael como uma inspiração. Ele é nominalmente o líder do Clero, mas um conselho de 15 Serafins em Prístina, chamado Cúpula, é quem realmente comanda os Sancti. Rafael visita com freqüência a Cúpula Sancti.
Os Sancti obedecem rigidamente a hierarquia de Coros do Éden. Um superior em Coro é um superior e deve ser respeito e obedecido. Obviamente, espera-se que os superiores não abusem de seu poder, e um Celestial orgulhoso ou arrogante demais será punido pela Cúpula ou por seus superiores.
Muitos Sancti costumam ainda ter posições e títulos no Éden. O número de Paladinos, Protetores, Magistrados, Administradores e Principados entre os Sancti é muito grande. Essa tendência a acumular responsabilidades ajuda a melhorar a estima dos outros Cleros pelos Sancti.
Criação de Personagem: Quase sempre os Sancti possui uma Natureza altruísta e um Comportamento próximo de sua natureza. Alguns Sancti, por outro lado, gostam de seu papel de líderes, e possuem uma Natureza como Diretor ou Arquiteto.
Atributos Sociais são os mais prezados pelos Sancti. Eles têm um Carisma muito alto, bem como uma Aparência majestosa. Atributos Secundários podem tanto ser Mentais como Físicos, dependendo se o Sancti se dedica mais como curandeiro ou guerreiro.
Entre as Habilidades, os Sancti preferem se concentrar nos Talentos, principalmente Empatia e Lábia. Perícias são terciárias quase sempre, pois entre os Conhecimentos há uns importantes, como Medicina, Ocultismo e Ciências.
Habilidades Sugeridas: Empatia, Manha, Lábia, Liderança, Investigação, Medicina, Ocultismo, Ciências.
Trilha de Pureza: A maioria dos Sancti segue a Trilha da Santidade, seguida de perto pela Trilha da Honra. Entre aqueles que se dedicam à guerra, tanto a Trilha da Santidade como a do Guerreiro são comuns.
Poder Exclusivo: Vitalidade (no livro)
O Poder da Vitalidade (na verdade, o nome verdadeiro do poder é Trilha do Vitalismo) foi desenvolvido por Rafael durante suas peregrinações na pré-história. Vitalidade é um poder que usa energia celestial para curar e regenerar corpos ou manipular energias vitais. Embora criado para ser uma arte de cura, o Poder pode ser usado para ferir, ou para usar a energia vital em fins destrutivos.
Poderes Comuns Preferidos: Ilusão permite aos Sancti agir sem ser visto. O mesmo pode ser dito de Metamorfose.
Os Sancti também gostam muito dos poderes de Elementalidade, embora usem Trilhas mais pacíficas, a Água ou o Ar.
CITAÇÃO: Você devia ir com mais calma. Não adianta sacrificar guerreiros numa luta impensada. Venha aqui... deixe-me curar seus ferimentos... e então pensaremos em um plano de ação.
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Ele retornou ao Éden, e descobriu que cada um de seus irmãos, salvo Fanuel, havia decidido o seu papel. Lúcifer havia decidido se tornar um protetor da humanidade. Mas Lúcifer pensava apenas em defende-la fisicamente dos males
sobrenaturais. Rafael, por outro lado, desenvolveu poderes de cura, e decidiu que ele curaria os males naturais do mundo.
O papel original dos Sancti foi o de curar o homem e defende-los de doenças. Mas isso logo mudou. Quando Lúcifer caiu, os Sancti decidiram tomar o papel do Clero Protectori para si mesmos. Mais do que curar, eles iriam defender. Seriam os protetores, os pacificadores, os curandeiros e os defensores.
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Apelidos: Anjos Protetores
Primus: Rafael, um dos Primi originais, é o líder do Clero, e o lidera com dedicação. De fato, mesmo não-Sancti têm um respeito imenso por Rafael, que possui um carisma imenso e uma maneira de agir calma, que inspira grande confiança.
Corte: Os Sancti são, primariamente, da Corte Ocidental, mas estão presentes em todas as cortes. Suas artes de cura e guerra são valorizadas tanto na Corte Oriental como entre os Malaki.
Na Corte Oriental, eles são conhecidos como Zhiyu-jin, e são mais curandeiros do que guerreiros. Muitos Sancti orientais são extremamente pacifistas, preferindo deixar as artes da guerra para seus companheiros Kage e Hun Xian. Já os Sancti Malaki são exatamente o contrário: eles se dedicam mais ao combate que às artes de cura. Mesmo assim, eles sabem
quando é hora de baixar as armas e curar os necessitados.
Alguns Sancti acreditam que política é secundário, e se declaram independentes.
Aparência: Os Sancti costumam ter uma aparência pacífica, seus olhos expressam calma extrema. Fora isso, eles podem ter qualquer tipo de aparência. Muitos Sancti se vestem de forma que não chame a atenção. Raramente um Sancti gosta de atrair mais atenção do que as pessoas ao seu redor.
Asas: Sancti possuem asas clássicas, brancas e emplumadas. Na Forma Angelical, seus olhos brilham com uma luz fraca mas constante, e eles têm uma aparência realmente majestosa.
Background: A maioria dos Sancti tinham vontade de ajudar a comunidade em vida. Muitos eram assistentes sociais ou trabalhavam para organizações sem fins lucrativos. Muitos viveram suas vidas em prol de uma causa. Há também muitos que foram policiais, bombeiros, padres ou outras funções de serviço à sociedade. Além disso, muitos Sancti vêm de pessoas que simplesmente tinham grande consciência e senso de dever.
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Muitos Sancti costumam ainda ter posições e títulos no Éden. O número de Paladinos, Protetores, Magistrados, Administradores e Principados entre os Sancti é muito grande. Essa tendência a acumular responsabilidades ajuda a melhorar a estima dos outros Cleros pelos Sancti.
Criação de Personagem: Quase sempre os Sancti possui uma Natureza altruísta e um Comportamento próximo de sua natureza. Alguns Sancti, por outro lado, gostam de seu papel de líderes, e possuem uma Natureza como Diretor ou Arquiteto.
Atributos Sociais são os mais prezados pelos Sancti. Eles têm um Carisma muito alto, bem como uma Aparência majestosa. Atributos Secundários podem tanto ser Mentais como Físicos, dependendo se o Sancti se dedica mais como curandeiro ou guerreiro.
Entre as Habilidades, os Sancti preferem se concentrar nos Talentos, principalmente Empatia e Lábia. Perícias são terciárias quase sempre, pois entre os Conhecimentos há uns importantes, como Medicina, Ocultismo e Ciências.
Habilidades Sugeridas: Empatia, Manha, Lábia, Liderança, Investigação, Medicina, Ocultismo, Ciências.
Trilha de Pureza: A maioria dos Sancti segue a Trilha da Santidade, seguida de perto pela Trilha da Honra. Entre aqueles que se dedicam à guerra, tanto a Trilha da Santidade como a do Guerreiro são comuns.
Poder Exclusivo: Vitalidade (no livro)
O Poder da Vitalidade (na verdade, o nome verdadeiro do poder é Trilha do Vitalismo) foi desenvolvido por Rafael durante suas peregrinações na pré-história. Vitalidade é um poder que usa energia celestial para curar e regenerar corpos ou manipular energias vitais. Embora criado para ser uma arte de cura, o Poder pode ser usado para ferir, ou para usar a energia vital em fins destrutivos.
Poderes Comuns Preferidos: Ilusão permite aos Sancti agir sem ser visto. O mesmo pode ser dito de Metamorfose.
Os Sancti também gostam muito dos poderes de Elementalidade, embora usem Trilhas mais pacíficas, a Água ou o Ar.
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Especial RP Celestiais 10 MECCA, A CIDADE DE AREIA
MECCA, A CIDADE DE AREIA
A nordeste dos Campos Elíseos está o grande Deserto de Hik-up-tah. Um grande rio, chamado Bahr al-Jebel, nasce das cadeias montanhosas ao noroeste, desce ao deserto e o corta, de lado a lado, até atingir a costa do Mar de Prata, localizado na abertura da “lua” formada por Pangéia. Diversos oásis verdejantes estão espalhados por Hik-up-tah, e muitas vilas foram surgindo ao redor desses oásis. Tribos nômades de almas também viajam pelas planícies áridas, e a cadeia montanhosa que separa o deserto das savanas a leste também é lar de muitas tribos primitivas de beduínos.
Nas margens do Mar de Prata, no golfo em que o rio Bahr al-Jebel encontra as águas do mar, houve uma civilização originalmente egípcia, mas que depois passou a ser controlada pelas almas árabes e persas. Quando o profeta Muhammad acordou no Éden, ele veio a esta cidade, onde foi novamente encontrado pelo Arcanjo Gabriel. Gabriel disse que aquela cidade seria a cidade de seu povo, e deu um novo nome a ela: Mecca.
Desde então, esta nova Mecca se tornou o centro da Corte Malaki de Celestiais. Embora Muhammad não se encontre mais vivendo na cidade, seus ensinamentos continuam a guiar os Celestiais e almas de Mecca. A religião principal desta cidade é a Muçulmana, mas certos judeus, drujs e até mesmo alguns que seguem religiões arábicas anteriores ao Islã podem ser encontrados em Mecca.
Mecca é uma cidade belíssima, que mistura a arquitetura árabe, persa e egípcia. Grandes mesquitas e bazares podem ser encontrados na cidade. Imensos templos e fortalezas são comuns, e em suas vielas e ruas o movimento é intenso durante o dia. Olhar Mecca faz lembrar as fabulas arábicas de grandes sultões e cidades gloriosas em meio ao deserto. A cidade é imensa, habitada por milhões de almas e se estendendo por grandes extensões para longe da costa, acompanhando as margens de Bahr al-Jebel.
Os costumes de Mecca são principalmente baseados nos costumes Islãos, embora a convivência com Celestiais tenha alterado um pouco a religião. Os templos costumam estar cheios de fiéis orando a Alá, e a Caaba, uma réplica perfeita da Caaba original da Terra, é o centro de peregrinações anuais de almas vindas de todas as partes do Éden. Mecca é governada pelo Clero Venator, e muitos Sancti, Venatores, Veritatis Perquiratores e Cuique Suum vivem na cidade. Outros Cleros também podem ser encontrados, mas com menor freqüência. Devido à presença de Venatores e dos Perquiratores, Mecca possui diversas bibliotecas e templos destinadas ao estudo dos infernais e do Vermis Magnis, e ao treinamento de Celestiais para o combate aos mesmos.
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A nordeste dos Campos Elíseos está o grande Deserto de Hik-up-tah. Um grande rio, chamado Bahr al-Jebel, nasce das cadeias montanhosas ao noroeste, desce ao deserto e o corta, de lado a lado, até atingir a costa do Mar de Prata, localizado na abertura da “lua” formada por Pangéia. Diversos oásis verdejantes estão espalhados por Hik-up-tah, e muitas vilas foram surgindo ao redor desses oásis. Tribos nômades de almas também viajam pelas planícies áridas, e a cadeia montanhosa que separa o deserto das savanas a leste também é lar de muitas tribos primitivas de beduínos.
Nas margens do Mar de Prata, no golfo em que o rio Bahr al-Jebel encontra as águas do mar, houve uma civilização originalmente egípcia, mas que depois passou a ser controlada pelas almas árabes e persas. Quando o profeta Muhammad acordou no Éden, ele veio a esta cidade, onde foi novamente encontrado pelo Arcanjo Gabriel. Gabriel disse que aquela cidade seria a cidade de seu povo, e deu um novo nome a ela: Mecca.
Desde então, esta nova Mecca se tornou o centro da Corte Malaki de Celestiais. Embora Muhammad não se encontre mais vivendo na cidade, seus ensinamentos continuam a guiar os Celestiais e almas de Mecca. A religião principal desta cidade é a Muçulmana, mas certos judeus, drujs e até mesmo alguns que seguem religiões arábicas anteriores ao Islã podem ser encontrados em Mecca.
Mecca é uma cidade belíssima, que mistura a arquitetura árabe, persa e egípcia. Grandes mesquitas e bazares podem ser encontrados na cidade. Imensos templos e fortalezas são comuns, e em suas vielas e ruas o movimento é intenso durante o dia. Olhar Mecca faz lembrar as fabulas arábicas de grandes sultões e cidades gloriosas em meio ao deserto. A cidade é imensa, habitada por milhões de almas e se estendendo por grandes extensões para longe da costa, acompanhando as margens de Bahr al-Jebel.
Os costumes de Mecca são principalmente baseados nos costumes Islãos, embora a convivência com Celestiais tenha alterado um pouco a religião. Os templos costumam estar cheios de fiéis orando a Alá, e a Caaba, uma réplica perfeita da Caaba original da Terra, é o centro de peregrinações anuais de almas vindas de todas as partes do Éden. Mecca é governada pelo Clero Venator, e muitos Sancti, Venatores, Veritatis Perquiratores e Cuique Suum vivem na cidade. Outros Cleros também podem ser encontrados, mas com menor freqüência. Devido à presença de Venatores e dos Perquiratores, Mecca possui diversas bibliotecas e templos destinadas ao estudo dos infernais e do Vermis Magnis, e ao treinamento de Celestiais para o combate aos mesmos.
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Especial RP Celestiais 9 PRISTINA, A CIDADE DE CRISTAL
PRISTINA, A CIDADE DE CRISTAL
De volta aos verdejantes e quentes Campos Elíseos, encontramos em seu centro a cidade de Prístina, talvez a mais conhecida Cidade do Éden. Localizada nos Campos Elíseos, nas proximidades de diversos bosques, Prístina é a segunda mais antiga cidade e é o centro da maior Corte de Celestiais, a Corte Ocidental. Prístina é tão antiga quanto a humanidade. A cidade foi sendo construída ao redor de Sancta Turrim, desde épocas primitivas. Sua aparência foi sendo moldada conforme as eras passavam: de uma fortaleza de rocha a grandes palácios, dos palácios para arquitetura romana, do romano para o gótico, do gótico para a moderna arquitetura. A cidade cresceu, tornandose um amálgama de estilos de várias eras e povos, mas mantendo sempre uma beleza impressionante. A cidade recebeu o título de Cidade de Cristal devido à sua beleza (embora seus edifícios não sejam de cristal). Cada monumento, cada construção, cada obra em Prístina são finamente decorados. Rios são canalizados, gerando fontes e canais, as paredes das casas possuem detalhes belíssimos, as capelas e igrejas são ricamente adornadas. Há parques, termas, museus, capelas e outros locais para o entretenimento e distração da população. À noite, sob a luz de piras acendidas misticamente, a cidade brilha com resplendor.
Em meio aos bazares e aos templos, Prístina é uma capital de política. A Corte Ocidental se reúne aqui, discutindo os acontecimentos na Terra, as ações de Vermis Magnis, do Inferno e dos Caídos, e tomando providências. Praticamente todos os Cleros possuem representantes em Prístina, mas aqui despontam os Princeps, Sancti, Cuique Suum e Venatores. Líberes e Tecnoanjos também podem ser encontrados com freqüência na cidade, e os Veritatis Perquiratores dividem seu tempo entre Prístina e Libraria.
A VIDA EM PRISTINA.
"Prístina compete com Libertatis como sendo a grande capital celestial para os ocidentais. As duas cidades são bem diferentes... enquanto os habitantes de Libertatis se dedicam a si mesmos e à liberdade, os que moram em Prístina são mais espirituais, místicos e religiosos. Para eles, o contato com os Celestiais é o que realmente importa. Os habitantes de Prístina sempre foram religiosos em vida, e se dedicam a continuar exercendo sua religiosidade, por mais que suas crenças tenham mudado ao renascerem no Éden.
Prístina não é só um centro religioso, como também místico e filosófico também. Encontro de religiões diferentes geram isso... herdamos muitos costumes de Roma, Constantinopla, Pérsia e Egito... Religiosidade e misticismo se mistura muito... muitas almas vivem aqui buscando novos sentidos para suas vidas..."
- Arcanjo Thomas Dante, Querubim Princeps
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De volta aos verdejantes e quentes Campos Elíseos, encontramos em seu centro a cidade de Prístina, talvez a mais conhecida Cidade do Éden. Localizada nos Campos Elíseos, nas proximidades de diversos bosques, Prístina é a segunda mais antiga cidade e é o centro da maior Corte de Celestiais, a Corte Ocidental. Prístina é tão antiga quanto a humanidade. A cidade foi sendo construída ao redor de Sancta Turrim, desde épocas primitivas. Sua aparência foi sendo moldada conforme as eras passavam: de uma fortaleza de rocha a grandes palácios, dos palácios para arquitetura romana, do romano para o gótico, do gótico para a moderna arquitetura. A cidade cresceu, tornandose um amálgama de estilos de várias eras e povos, mas mantendo sempre uma beleza impressionante. A cidade recebeu o título de Cidade de Cristal devido à sua beleza (embora seus edifícios não sejam de cristal). Cada monumento, cada construção, cada obra em Prístina são finamente decorados. Rios são canalizados, gerando fontes e canais, as paredes das casas possuem detalhes belíssimos, as capelas e igrejas são ricamente adornadas. Há parques, termas, museus, capelas e outros locais para o entretenimento e distração da população. À noite, sob a luz de piras acendidas misticamente, a cidade brilha com resplendor.
Em meio aos bazares e aos templos, Prístina é uma capital de política. A Corte Ocidental se reúne aqui, discutindo os acontecimentos na Terra, as ações de Vermis Magnis, do Inferno e dos Caídos, e tomando providências. Praticamente todos os Cleros possuem representantes em Prístina, mas aqui despontam os Princeps, Sancti, Cuique Suum e Venatores. Líberes e Tecnoanjos também podem ser encontrados com freqüência na cidade, e os Veritatis Perquiratores dividem seu tempo entre Prístina e Libraria.
A VIDA EM PRISTINA.
"Prístina compete com Libertatis como sendo a grande capital celestial para os ocidentais. As duas cidades são bem diferentes... enquanto os habitantes de Libertatis se dedicam a si mesmos e à liberdade, os que moram em Prístina são mais espirituais, místicos e religiosos. Para eles, o contato com os Celestiais é o que realmente importa. Os habitantes de Prístina sempre foram religiosos em vida, e se dedicam a continuar exercendo sua religiosidade, por mais que suas crenças tenham mudado ao renascerem no Éden.
Prístina não é só um centro religioso, como também místico e filosófico também. Encontro de religiões diferentes geram isso... herdamos muitos costumes de Roma, Constantinopla, Pérsia e Egito... Religiosidade e misticismo se mistura muito... muitas almas vivem aqui buscando novos sentidos para suas vidas..."
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Especial RP Celestiais 8 PRINCEPS
*
Quando o Arcanjo Miguel despertou pela primeira vez no Éden, ele se viu só, e caminhou por aquela terra de belezas, procurando um significado para sua existência. Em sua primeira noite, ele dormiu, sem saber qual era seu propósito, e em seussonhos ele foi visitado pelos Guardiões. Os Guardiões avisaram a Miguel que ele havia sido o escolhido para guiar seus seis irmãos, que ele seria o líder do Éden, aquele que é como Deus. Miguel viu em sonho seus seis irmãos, e os procurou. Quando
finalmente os reuniu, contou a eles que seu papel seria o de liderar.
Os descendentes de Miguel ainda se vêem como os líderes do Éden. Eles são o Clero conhecido como Princeps.
Os Princeps são políticos por natureza. Eles gostam de organizar, de gerar instituições, de negociar e, principalmente, liderar. Obviamente, não teriam mantido sua posição por tanto milhares de anos se não fossem competentes. Talvez na Terra os líderes sejam corruptos e mesquinhos, mas no Éden apenas os escolhidos nascem Celestiais, e apenas os melhores nascem Princeps. Ou pelo menos é isso que os Princeps sustentam.
Os outros Cleros normalmente estão mais do que satisfeitos em aceitar a liderança dos Princeps. Veja bem, administrar um mundo como o Éden não é fácil, e alguém precisa fazer o trabalho duro. A maioria dos outros Cleros estão
mais preocupados com suas tarefas do que ter de organizar tudo. E é aí que os Princeps se encaixam.
É óbvio, nem todos gostam de seguir os Princeps. É por isso que existem as Cortes. Os Princeps governam a Corte Ocidental, onde apenas os Sancti chegam a rivaliza-los. Mas nas demais Cortes, a influência Princeps é quase nula. Os Hun Xian não toleram os Princeps em sua Corte, e os Malaki estão mais preocupados com guerras e combates do que em seguir a líderes. Da mesma forma, os independentes vêem os Princeps como líderes, mas não como seus líderes.
Apesar disso, o poder dos Princeps é considerável. A Corte Ocidental é a maior das cortes, e muitos dos Cleros independentes que não os seguem também não têm qualquer importância política no Éden.
Como os Princeps mantém sua liderança? É óbvio, um bom líder precisa ter carisma. E os Princeps têm carisma de sobra. Eles dão aos Celestiais o que os Celestiais querem, e agem com uma boa fé sempre. Raramente alguém precisa contestar a liderança de um Princeps, afinal, todos se mantém felizes sob o comando dele. Os Princeps não são ditadores nem reis, ao invés disso, eles são verdadeiros exemplos a serem seguidos (ou, dizem as más línguas, pelo menos é o que os Princeps fazem
parecer).
Infelizmente, liderança por vezes sobe à cabeça desses Celestiais. Muitos Princeps ficam orgulhosos demais, ou mesmo arrogantes, com o tempo. Eles também não gostam de se ser contestados ou de terem sua liderança ameaçada, e por vezes esquecem de seu código de conduta exemplar e começam a dar ordens. Isso por vezes atrapalha o Clero, mas normalmente seus membros sempre dão a volta por cima, retomando seu lugar de direito e se mantendo no poder.
De fim a fim, os Princeps se mantém. O Éden tem uma história de mais de 50 milênios, e se mantém em pé graças aos Princeps... Mais uma vez, porém, as más línguas dizem que pelo menos é isso que os Princeps falam...
Apelidos: Filhos de Miguel
Primus: Miguel ainda comanda seu Clero, embora passe a maior parte do tempo ausente, vivendo no Castelo Firmamento. Ele por vezes visita Sancta Turrim, Libertatis e Prístina, e é uma figura ao mesmo tempo severa e carismática.
Suas visitas quase sempre são informais, e ele surge apenas para visitar locais das cidades ou mesmo para se divertir (ele parece gostar muito de artes).
Corte: Os Princeps governam absolutos a Corte Ocidental, e nela está toda a sua base de poder. Alguns poucos Princeps são Malaki, que usam seu carisma para governar pequenos bandos de Celestiais guerreiros. Por outro lado, os Princeps não têm poder político entre os Malaki (embora tenham certa influência por trás dos panos entre os Venatores).
Na Corte Oriental, por outro lado, os Princeps não são bem-vindos. Os Hun Xian fazem o que podem para manter sua liderança sem disputas. Apesar de seus melhores esforços, porém, os Hun Xian não conseguem impedir que uns poucos Princeps adentrem na Corte Oriental, e os que o fazem detém uma influência forte na Corte.
Não há Princeps independentes, embora alguns acabem liderando grupos de Celestiais independentes.
Aparência: Não importa que aparência tenham, os Princeps são sempre majestosos e se portam de maneira elegante e inspiradora. Os Princeps são sempre belos, se vestem bem e têm uma presença forte. A maioria dos Princeps é caucasiano, e o número de mulheres entre eles tem crescido muito.
Asas: Princeps não têm asas no sentido comum da palavra. Eles têm, no lugar de asas, conjuntos de pares de tiras (normalmente de 5 a 8 pares), que saltam de suas costas. Essas tiras são muito compridas (às vezes tendo mais de seis metros de comprimento) e lembram tentáculos, e emitem um brilho forte e constante, dando a impressão que são raios de luz vibrante que saltam das costas do Celestial.
Essas “asas” são extremamente flexíveis, e podem até mesmo se enrolar e agarrar objetos. Elas dão uma vantagem aos Princeps, que não precisam estar em locais amplos para abrir suas asas, graças à flexibilidade de suas asas.
Background: Muitos líderes carismáticos e homens religiosos tornam-se Princeps. Alguns Princeps nunca exerceram liderança em suas vidas passadas, mas tinham um talento inato para arrebanhar e conquistar a confiança das pessoas. Em contraste, alguns Princeps eram pessoas solitárias que lutavam por uma causa, e usam sua nova vida para liderar Celestiais
rumo à conclusão dessa causa.
Organização: Os Princeps se organizam a partir de Miguel. Miguel separa os Serafins do Clero em pequenos grupos, chamados Conselhos, e cada Serafim possui comando sobre um Conselho de Querubins, que por sua vez cada um tem comando sobre um Conselho de Arcanjos Menores. Abaixo da Casta dos Arcanjos, porém, não há mais conselhos, e cada
membro deve apenas respeito a um único Celestial de Coro superior, criando uma cadeia de comando que vai dos mais baixos Princeps aos Conselhos.
Desta forma, todo o Clero está de alguma forma ligada aos Conselhos. Todo Princeps precisa manter seu superior informado. Quando um Princeps se eleva em Coro, um novo superior lhe é indicado, de forma que o superior esteja sempre um Coro acima do Celestial.
Criação de Personagem: Princeps podem ter qualquer Natureza. Quanto ao Comportamento, quase sempre eles possuem um Comportamento de líder. Os mais comuns são Diretor, Tradicionalista, Autocrata e Juiz. Atributos Sociais são mais prezados, mas os Princeps são encorajados a desenvolverem-se o máximo possível em todas as áreas. Entre as
Habilidades, Perícias são preferidas, principalmente Etiqueta e Liderança. Dependendo do Celestial, Conhecimentos ou
Talentos podem vir em seguida, dependendo de sua forma de liderar.
Para Antecedentes, todos os Princeps precisam ter pelo menos um ponto de Mentor (seu superior). É muito comum possuírem Aliados, Contatos, Influência, Identidade Mortal e Recursos.
Habilidades Sugeridas: Empatia, Intimidação, Manha, Lábia, Etiqueta, Liderança, Investigação, Lingüística, Política
Trilha de Pureza: Os Princeps preferem a Trilha da Santidade ou a Trilha da Honra. Sabe-se, porém, que todas as Trilhas têm seguidores entre os Princeps. A Trilha do Guerreiro, embora seguida com menos freqüência, é bem comum, visto que muitos Princeps lideram seus companheiros Celestiais em batalha.
Poder Exclusivo: Benção. (NO LIVRO)
Embora os Princeps não precisem de ajuda sobrenatural para liderar, os poderes de Benção são mais um motivo para que os Celestiais sigam os Princeps. Benção é um poder que não beneficia apenas o Celestial, mas seus companheiros também.
O poder gera auras que podem beneficiar companheiros ou prejudicar inimigos. Além disso, algumas auras geradas tornam aqueles ao redor do Celestial mais favoráveis a aceitar suas ordens.
Poderes Comuns Preferidos: Domínio parece um talento natural para um Princeps, que se vêem no direito de comandar mortais em nome de um propósito maior. Fortificação também é muito valorizado, pois um líder de grande força física pode ser bem impressionante.
CITAÇÃO: Lembrem-se: nossa causa não deve ser impedida por criaturas infernais malditas... mas também não podemos agir sem considerar as conseqüências... Sigam-me! Eu tenho um plano!
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Quando o Arcanjo Miguel despertou pela primeira vez no Éden, ele se viu só, e caminhou por aquela terra de belezas, procurando um significado para sua existência. Em sua primeira noite, ele dormiu, sem saber qual era seu propósito, e em seussonhos ele foi visitado pelos Guardiões. Os Guardiões avisaram a Miguel que ele havia sido o escolhido para guiar seus seis irmãos, que ele seria o líder do Éden, aquele que é como Deus. Miguel viu em sonho seus seis irmãos, e os procurou. Quando
finalmente os reuniu, contou a eles que seu papel seria o de liderar.
Os descendentes de Miguel ainda se vêem como os líderes do Éden. Eles são o Clero conhecido como Princeps.
Os Princeps são políticos por natureza. Eles gostam de organizar, de gerar instituições, de negociar e, principalmente, liderar. Obviamente, não teriam mantido sua posição por tanto milhares de anos se não fossem competentes. Talvez na Terra os líderes sejam corruptos e mesquinhos, mas no Éden apenas os escolhidos nascem Celestiais, e apenas os melhores nascem Princeps. Ou pelo menos é isso que os Princeps sustentam.
Os outros Cleros normalmente estão mais do que satisfeitos em aceitar a liderança dos Princeps. Veja bem, administrar um mundo como o Éden não é fácil, e alguém precisa fazer o trabalho duro. A maioria dos outros Cleros estão
mais preocupados com suas tarefas do que ter de organizar tudo. E é aí que os Princeps se encaixam.
É óbvio, nem todos gostam de seguir os Princeps. É por isso que existem as Cortes. Os Princeps governam a Corte Ocidental, onde apenas os Sancti chegam a rivaliza-los. Mas nas demais Cortes, a influência Princeps é quase nula. Os Hun Xian não toleram os Princeps em sua Corte, e os Malaki estão mais preocupados com guerras e combates do que em seguir a líderes. Da mesma forma, os independentes vêem os Princeps como líderes, mas não como seus líderes.
Apesar disso, o poder dos Princeps é considerável. A Corte Ocidental é a maior das cortes, e muitos dos Cleros independentes que não os seguem também não têm qualquer importância política no Éden.
Como os Princeps mantém sua liderança? É óbvio, um bom líder precisa ter carisma. E os Princeps têm carisma de sobra. Eles dão aos Celestiais o que os Celestiais querem, e agem com uma boa fé sempre. Raramente alguém precisa contestar a liderança de um Princeps, afinal, todos se mantém felizes sob o comando dele. Os Princeps não são ditadores nem reis, ao invés disso, eles são verdadeiros exemplos a serem seguidos (ou, dizem as más línguas, pelo menos é o que os Princeps fazem
parecer).
Infelizmente, liderança por vezes sobe à cabeça desses Celestiais. Muitos Princeps ficam orgulhosos demais, ou mesmo arrogantes, com o tempo. Eles também não gostam de se ser contestados ou de terem sua liderança ameaçada, e por vezes esquecem de seu código de conduta exemplar e começam a dar ordens. Isso por vezes atrapalha o Clero, mas normalmente seus membros sempre dão a volta por cima, retomando seu lugar de direito e se mantendo no poder.
De fim a fim, os Princeps se mantém. O Éden tem uma história de mais de 50 milênios, e se mantém em pé graças aos Princeps... Mais uma vez, porém, as más línguas dizem que pelo menos é isso que os Princeps falam...
Apelidos: Filhos de Miguel
Primus: Miguel ainda comanda seu Clero, embora passe a maior parte do tempo ausente, vivendo no Castelo Firmamento. Ele por vezes visita Sancta Turrim, Libertatis e Prístina, e é uma figura ao mesmo tempo severa e carismática.
Suas visitas quase sempre são informais, e ele surge apenas para visitar locais das cidades ou mesmo para se divertir (ele parece gostar muito de artes).
Corte: Os Princeps governam absolutos a Corte Ocidental, e nela está toda a sua base de poder. Alguns poucos Princeps são Malaki, que usam seu carisma para governar pequenos bandos de Celestiais guerreiros. Por outro lado, os Princeps não têm poder político entre os Malaki (embora tenham certa influência por trás dos panos entre os Venatores).
Na Corte Oriental, por outro lado, os Princeps não são bem-vindos. Os Hun Xian fazem o que podem para manter sua liderança sem disputas. Apesar de seus melhores esforços, porém, os Hun Xian não conseguem impedir que uns poucos Princeps adentrem na Corte Oriental, e os que o fazem detém uma influência forte na Corte.
Não há Princeps independentes, embora alguns acabem liderando grupos de Celestiais independentes.
Aparência: Não importa que aparência tenham, os Princeps são sempre majestosos e se portam de maneira elegante e inspiradora. Os Princeps são sempre belos, se vestem bem e têm uma presença forte. A maioria dos Princeps é caucasiano, e o número de mulheres entre eles tem crescido muito.
Asas: Princeps não têm asas no sentido comum da palavra. Eles têm, no lugar de asas, conjuntos de pares de tiras (normalmente de 5 a 8 pares), que saltam de suas costas. Essas tiras são muito compridas (às vezes tendo mais de seis metros de comprimento) e lembram tentáculos, e emitem um brilho forte e constante, dando a impressão que são raios de luz vibrante que saltam das costas do Celestial.
Essas “asas” são extremamente flexíveis, e podem até mesmo se enrolar e agarrar objetos. Elas dão uma vantagem aos Princeps, que não precisam estar em locais amplos para abrir suas asas, graças à flexibilidade de suas asas.
Background: Muitos líderes carismáticos e homens religiosos tornam-se Princeps. Alguns Princeps nunca exerceram liderança em suas vidas passadas, mas tinham um talento inato para arrebanhar e conquistar a confiança das pessoas. Em contraste, alguns Princeps eram pessoas solitárias que lutavam por uma causa, e usam sua nova vida para liderar Celestiais
rumo à conclusão dessa causa.
Organização: Os Princeps se organizam a partir de Miguel. Miguel separa os Serafins do Clero em pequenos grupos, chamados Conselhos, e cada Serafim possui comando sobre um Conselho de Querubins, que por sua vez cada um tem comando sobre um Conselho de Arcanjos Menores. Abaixo da Casta dos Arcanjos, porém, não há mais conselhos, e cada
membro deve apenas respeito a um único Celestial de Coro superior, criando uma cadeia de comando que vai dos mais baixos Princeps aos Conselhos.
Desta forma, todo o Clero está de alguma forma ligada aos Conselhos. Todo Princeps precisa manter seu superior informado. Quando um Princeps se eleva em Coro, um novo superior lhe é indicado, de forma que o superior esteja sempre um Coro acima do Celestial.
Criação de Personagem: Princeps podem ter qualquer Natureza. Quanto ao Comportamento, quase sempre eles possuem um Comportamento de líder. Os mais comuns são Diretor, Tradicionalista, Autocrata e Juiz. Atributos Sociais são mais prezados, mas os Princeps são encorajados a desenvolverem-se o máximo possível em todas as áreas. Entre as
Habilidades, Perícias são preferidas, principalmente Etiqueta e Liderança. Dependendo do Celestial, Conhecimentos ou
Talentos podem vir em seguida, dependendo de sua forma de liderar.
Para Antecedentes, todos os Princeps precisam ter pelo menos um ponto de Mentor (seu superior). É muito comum possuírem Aliados, Contatos, Influência, Identidade Mortal e Recursos.
Habilidades Sugeridas: Empatia, Intimidação, Manha, Lábia, Etiqueta, Liderança, Investigação, Lingüística, Política
Trilha de Pureza: Os Princeps preferem a Trilha da Santidade ou a Trilha da Honra. Sabe-se, porém, que todas as Trilhas têm seguidores entre os Princeps. A Trilha do Guerreiro, embora seguida com menos freqüência, é bem comum, visto que muitos Princeps lideram seus companheiros Celestiais em batalha.
Poder Exclusivo: Benção. (NO LIVRO)
Embora os Princeps não precisem de ajuda sobrenatural para liderar, os poderes de Benção são mais um motivo para que os Celestiais sigam os Princeps. Benção é um poder que não beneficia apenas o Celestial, mas seus companheiros também.
O poder gera auras que podem beneficiar companheiros ou prejudicar inimigos. Além disso, algumas auras geradas tornam aqueles ao redor do Celestial mais favoráveis a aceitar suas ordens.
Poderes Comuns Preferidos: Domínio parece um talento natural para um Princeps, que se vêem no direito de comandar mortais em nome de um propósito maior. Fortificação também é muito valorizado, pois um líder de grande força física pode ser bem impressionante.
CITAÇÃO: Lembrem-se: nossa causa não deve ser impedida por criaturas infernais malditas... mas também não podemos agir sem considerar as conseqüências... Sigam-me! Eu tenho um plano!
Se quiser pode me procurar no SL aragao carrasco mande a suas dúvidas e sugestões por note card, por quê SL normalmente perde muitos dos IMs enviados. Ou se preferir me procure aqui:
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Especial RP Celestiais 7 LIBERTATIS, A CIDADE DE METAL
No centro de Pangéia localizam-se os Campos Elíseos, longas extensões de campos verdejantes e quentes, com ocasionais bosques e pequenas florestas. Os Campos Elíseos se estendem para o leste, onde se encontram com as águas do Lago Lazurd. É na margem oeste deste lago, entre o mesmo e os Campos Elíseos, que se encontra a Cidade de Metal, Libertatis.
A história de Libertatis começou há milhares de anos, na forma de uma pequena vila dedicada à filosofia, às artes e ao prazer intelectual e físico. Criada por almas gregas, a vila foi desde o princípio o lar da Arcanjo Rachel, que mais tarde setornaria a Primus dos Líberes. Conforme os séculos avançaram, a comunidade grega foi se desenvolvendo e se tornando refúgio para diferentes povos, cujas almas buscavam novos caminhos após a morte. Quando o Clero Líber foi criado por Rachel, durante o Renascimento Europeu, o novo Clero lutou para elevar a vila ao status de Cidade. Nasceu assim Libertatis, uma cidade que evoluiu conforme a sociedade ocidental avançava.
Hoje, Libertatis é uma imensa cidade, que toma toda a margem oeste do imenso Lago Lazurd. A cidade é cortada por diversos rios que chegam ou partem do lago, e mantém uma grande quantidade de áreas naturais e de árvores mesmo na paisagem urbanizada. Muitos parques estão distribuídos pela cidade, que mantém uma aparência harmoniosa entre o natural e o urbano.
Libertatis lembra uma cidade ocidental moderna, com grandes prédios de vidro e metal despontando no horizonte, uma população de dezenas de milhões de habitantes, ruas e avenidas pavimentadas (normalmente com ladrilhos e pedras, e não asfalto), iluminação elétrica e grande movimento. Não há pobreza, não há violência. Quando problemas surgem, os Celestiais e as almas que receberam cargos administrativos tratam de resolve-los o quanto antes.
Cada bairro de Libertatis é destinado a uma cultura moderna da Terra. Há bairros italianos, ingleses, franceses, japoneses e de praticamente toda nacionalidade da Terra. Nestes lugares, os costumes típicos na era contemporânea desses povos são mantidos. É claro, há muitas vilas também destinadas a essas culturas, mas Libertatis é o único lugar que reúne todas elas ao mesmo tempo...
Libertatis possui ainda influência sobre diversas vilas próximas, localizadas ao longo dos rios que partem do Lago Lazurd. Os rios levam ao Mar de Prata, o mar localizado na abertura da “lua” formada por Pangéia, criando uma pequena “colônia” da cidade na costa, onde vivem muitas almas que preferem uma vida mais calma do que a vida na cidade grande, mas mantendo os confortos da mesma.
Uma inspeção mais próxima mostra que Libertatis, porém, é uma utopia impossível na Terra: boa parte de seus recursos são mantidos por magia. Não há uma moeda local, ao invés disso transações são feitas à base de trocas. Como as almas são capazes de manifestar pequenos poderes (parecidos com as habilidades dos fantasmas), aqueles que possuem os poderes certos são capazes de criar roupas e utensílios. Muitas das invenções também são trazidas da Terra ou criadas pelos Tecnoanjos. Não há os efeitos da exploração ou da diferença de rendas.
Os Cleros mais presentes em Libertatis são os Tecnoanjos, que mantém a cidade funcionando, os Líberes que a administram ou simplesmente vivem nela, os Primordiais e alguns poucos Cuique Suum, que tratam de resolver problemas e disputas quando elas surgem. Quase todos os demais Cleros, porém, possuem algum representante na cidade.
UMA UTOPIA CHAMADA LIBERTATIS
"Alguns dizem que criamos um monstro, outros dizem que chegamos à Utopia... mas acho que ambos os lados exageram muito. Libertatis é um modelo tão impressionante que chega a parecer irreal. Mas a questão é que a própria natureza do Éden nos ajudou a criar a cidade. Aqui não há fome, pois todos já estão mortos. Não há crime, pois ninguém precisa roubar para ter o que quer. Não há corrupção, pois dinheiro não é importante. E graças a nossos poderes de Conjuração, podemos criar máquinas e inovações que mantém a cidade. Além disso, podemos trazer da Terra aquilo que precisamos...
Não há necessidade de fábricas, nem de grandes empresas que coordenam tudo: aqui fazemos as coisas por prazer, por afinidade ao serviço e por renome: ser bem visto pelos habitantes é mais importante do que ser rico ou influente. Muitos adotam profissões, não porque precisam trabalhar, mas porque gostam do que fazem e porque precisam de alguma ocupação, afinal, o trabalho glorifica o homem, e passar a eternidade sem fazer nada é muito chato. Então, todos fazem o que gostam. Se precisam de algo, pedem aos amigos ou aos Celestiais.
E é claro, mesmo o trabalho é mais fácil aqui do que na Terra. Mesmo algumas almas possuem pequenos poderes, que as ajudam em seus ofícios... os que desenvolvem essas raras habilidades são muito respeitados, pois são de grande importância para a sociedade."
- Arcanjo Ertael Criador-de-Maravilhas, dos Tecnoanjos
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